Pular para o conteúdo principal

NASA teria indícios de um nono planeta capturado pelo nosso sistema solar

Batizado de Tyche, candidato é um gigante gasoso escondido na Nuvem Oort. Se Tyche for considerado um planeta, nosso Sistema Solar voltará a contar com nove astros

Cientistas americanos revelaram ter fortes evidências de que existe um nono planeta, já batizado de Tyche, em nosso Sistema Solar, que fica além de Plutão - que deixou de ser planeta há cinco anos - e é enorme.

Os indícios foram coletados pelo telescópio espacial Wise, da Nasa, que oferece provas de que esse gigantesco planeta gasoso está escondido no exterior da Nuvem Oort, o local mais distante do Sistema Solar. 

O astro foi chamado de Tyche (pronuncia-se tái-ki) pelos dois astrofísicos que propõem que ele seja elevado ao status de planeta, Daniel Whitmore e John Maltese, da Universidade da Louisiana. 

O primeiro lote de dados sobre Tyche deverá ser liberado em abril. Depois que o Tyche for localizado, a União Astronômica Internacional (IAU) é que vai dizer se ele terá o status de planeta. 

O problema principal que a IAU poderá ter com a proposta é que o Tyche se formou em volta de outra estrela e depois foi capturado pelo campo gravitacional do Sol. Talvez a organização tenha de criar uma nova categoria para essa bola gigante de gases. 

Os cientistas suspeitam que Tyche tenha quatro vezes a massa de Júpiter e uma órbita 15.000 vezes mais distante do Sol do que a Terra e 375 vezes mais distante que Plutão (Plutão leva 258 anos para dar uma volta em torno do Sol).




Provavelmente, o candidato a planeta deve ser composto principalmente de hidrogênio e hélio, e ter uma atmosfera parecida com a de Júpiter. Whitmore acrescentou que o astro deve ter suas próprias luas, como outros planetas parecidos, e sua superfície deve ser coberta por manchas coloridas, faixas e nuvens. 

Os dados da Wise também revelaram que Tyche é até cinco vezes mais quente do que Plutão (temperatura estimada em - 73 oC). Em alguns meses, quem sabe nosso Sistema Solar não volte a contar com nove planetas, graças a Tyche?






Se o saudoso escritor e historiador Zecharia Sitchin, que nos deixou em outubro passado, estivesse vivo para postar em seu site tal notícia, como costumeiramente fazia quando novas descobertas da NASA corroboravam suas teorias, essa notícia em particular com certeza seria recebida por ele como mais uma prova de que o mítico praneta dos sumérios com uma orbita de 3600 anos ao redor do Sol não era uma historia assim tão absurda, como vários cientistas alegaram, pois mesmo que este planeta não seja o planeta descrito pelos sumérios nas placas de argila encontradas na biblioteca de Nipur, de fato corrobora a existência de planetas com uma translação tal qual a atribuida ao planeta NIBIRU, descrito em seu famoso livro "O 12º. Planeta". 






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Telescópios poderão encontrar oceanos em planetas distantes

A mais nova geração de telescópios poderá identificar oceanos em planetas fora do Sistema Solar, segundo astrônomos – ou seja, ficará muito mais fácil encontrar outros lugares no espaço que possam abrigar vida. A esperança dos cientistas é que um novo telescópio, que deverá ser lançado pela NASA em 2014, possa capturar o brilho que uma superfície coberta por água teria. Eles procurariam por essa evidência, primeiramente, em planetas com o mesmo tamanho da Terra e com a distância de suas “estrelas mãe” aproximadamente igual a que o nosso planeta tem do Sol. Segundo os pesquisadores, um oceano é o sinal mais óbvio de que a vida poderia ter se desenvolvido no planeta da mesma forma que se desenvolveu na Terra. Essa técnica do brilho foi usada na lua de Saturno, Titã, para comprovar a existência de um oceano de metano. Outra técnica que poderia ser usada para identificar vida seria procurar por áreas verdes, que indicassem vegetação, em outros planetas – mas como a...

Brilho misterioso é fotografado no planeta Ceres

Uma imagem tirada pela sonda Dawn, da agência espacial norte-americana NASA, encontrou dois pontos brilhantes no planeta anão Ceres. Ceres encontra-se em um cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. A área brilhosa foi vista anteriormente em 2004, em uma imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble. Porém, novas fotografias mostram que há, na verdade, dois pontos luminosos, e os cientistas não sabem o que os está causando. “Os pontos podem ter origem vulcânica, mas vamos ter de esperar por uma [imagem de] melhor resolução antes de podermos fazer essas interpretações geológicas”, disse Chris Russell, principal pesquisador da missão Dawn baseado na Universidade da Califórnia, em Los Angeles (EUA). A imagem mais recente foi feita em 19 de fevereiro de uma distância de cerca de 46 mil quilômetros. Dawn deve entrar em órbita em torno de Ceres em breve, o que promete imagens ainda mais nítidas das manchas misteriosas. “O ponto mais brilhante continua a ser demasiado p...

Não perca: A última vez que a lua ficou como ficará esta noite foi em 1982

Ao observar o céu na noite de hoje (27) você verá dois fenômenos astronômicos que raramente ocorrem ao mesmo tempo: a super lua e um eclipse lunar. Super Lua A órbita da Lua tem um ponto de maior proximidade da Terra que chamamos de perigeu. Ela ocupará um diâmetro 14% maior no céu do que o normal. Mas não é só isto, também ocorrerá um… Eclipse lunar Para a sorte de quem terá os céus limpos esta noite o perigeu vai coincidir com um eclipse lunar, quando a Lua fica sob a sombra da Terra em relação ao Sol. E isto dá a ela uma cor avermelhada. Estes fenômenos astronômicos coincidiram pela última vez em 1982 e voltarão a se repetir apenas em 2033. Fonte: NASA Goddard

Misterioso objeto isolado é investigado por astrônomos

Uma equipe internacional de astrônomos investigou recentemente um misterioso objeto designado CFBDSIR J214947.2-040308.9, a fim de tentar revelar sua natureza. Infelizmente, ainda não sabemos do que se trata, mas supõe-se que ele seja uma massa planetária jovem e errante, ou uma anã marrom de baixa massa e alta metalicidade. Os resultados de novas observações podem ajudar os cientistas a distinguir entre essas duas classes. Dúvida O objeto foi detectado pela primeira vez em 2012 por Philippe Delorme, da Universidade de Grenoble Alpes, na França, e seus colegas. Na época, a equipe pensou que ele poderia ser um membro do grupo movente AB Doradus. Após sua descoberta, foi classificado como um candidato a massa planetária isolada. No entanto, devido à falta de evidências convincentes para suportar a hipótese de que o CFBDSIR 2149-0403 se formou como planeta e posteriormente foi ejetado, não se pode excluir a possibilidade de que seja uma estrela anã marrom de baixa massa. Complicação Pa...

Conheça o mais novo “Planeta X” do sistema solar

Você está vendo aquele pontinho branco se movendo ali do lado direto da imagem acima? Esse é o mais novo “planeta mais distante” do nosso sistema solar. Orbitando entre 12 e 70 bilhões de quilômetros, o 2012 VP113 – nome provisório até que os cientistas tenham mais informações sobre ele – está junto com Sedna e outros planetas anões na Nuvem de Oort. A descoberta foi feita por Scott Sheppard e Chadwick Trujillo, do Observatório Gemini. Além do 2012 VP113, o trabalho desses cientistas também indica a possível presença de um enorme planeta, talvez com 10 vezes o tamanho da Terra, que estaria influenciando a órbita do recém-descoberto planeta anão. Entenda melhor o Planeta X O nosso sistema solar é dividido em três partes: os planetas rochosos, como a Terra, que estão perto do sol; os planetas gigantes de gás, que estão mais longe do sol; e os objetos congelados do cinturão de Kuiper, que se encontram muito além da órbita de Netuno. Ainda mais além desses objetos está S...

Cometa explorado pela sonda Rosetta contém ingredientes da vida

No dia 27 de maio foi confirmado pelo espectômetro de massa da sonda Rosetta, a presença de substâncias relacionadas à origem da vida na cauda do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko: o aminoácido glicina, o elemento fósforo, além de metilamina, etilamina, sulfeto de hidrogênio e cianeto de hidrogênio. Tratam-se de ingredientes considerados cruciais para a origem da vida na Terra que foram encontrados pela espaçonave da Agência Espacial Europeia que tem explorado o cometa por quase dois anos - entre 2014 e 2015, por meio de módulo Philae, dotado de instrumentos científicos.  Eles incluem o aminoácido glicina, que é comumente encontrado em proteínas, e fósforo, um componente-chave do DNA e membranas celulares. Os cientistas há muito debatem a possibilidade de que a água e as moléculas orgânicas foram trazidas pelos asteróides e cometas quando a Terra era jovem e depois esfriou após sua formação, fornecendo alguns dos principais blocos de construção para o surgimento da vida. Enquanto...