Pular para o conteúdo principal

Homem descobre quatro novos planetas sem usar um telescópio

Peter Jalowiczor é um cara normal – ele não é astrônomo e, sem a ajuda de nenhum telescópio, descobriu quatro planetas.

Ele usou apenas os dois computadores de sua casa e os dados fornecidos pelo site do grupo de buscas de planetas da Universidade da Califórnia. Peter utilizou um método conhecido como espectroscopia Doppler.

Basicamente, ele busca por pequenas mudanças no comportamento de estrelas, que podem ser causados por planetas que estejam orbitando ao redor delas.

Os astrônomos criaram esse tipo de técnica porque, até hoje, é complexo ver uma estrela distante e mais complexo ainda verificar se há planetas as orbitando. Se um planeta orbita uma estrela, ele cria uma leve oscilação em sua luz, e torna o planeta “perceptível”.

Segundo a Universidade da Califórnia, Paul descobriu os seguintes planetas: HD31253b, HD218566b, HD177830c e HD99492c. O último é o mais próximo, a apenas 58 anos-luz de distância da Terra.

Fonte: 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Misterioso objeto isolado é investigado por astrônomos

Uma equipe internacional de astrônomos investigou recentemente um misterioso objeto designado CFBDSIR J214947.2-040308.9, a fim de tentar revelar sua natureza. Infelizmente, ainda não sabemos do que se trata, mas supõe-se que ele seja uma massa planetária jovem e errante, ou uma anã marrom de baixa massa e alta metalicidade. Os resultados de novas observações podem ajudar os cientistas a distinguir entre essas duas classes. Dúvida O objeto foi detectado pela primeira vez em 2012 por Philippe Delorme, da Universidade de Grenoble Alpes, na França, e seus colegas. Na época, a equipe pensou que ele poderia ser um membro do grupo movente AB Doradus. Após sua descoberta, foi classificado como um candidato a massa planetária isolada. No entanto, devido à falta de evidências convincentes para suportar a hipótese de que o CFBDSIR 2149-0403 se formou como planeta e posteriormente foi ejetado, não se pode excluir a possibilidade de que seja uma estrela anã marrom de baixa massa. Complicação Pa...

Astrônomos podem finalmente ter feito a primeira foto de um buraco negro

Depois de cinco noites de observações, os astrônomos podem finalmente ter capturado a primeira imagem de um buraco negro. Mais precisamente, o retrato esperado é de uma misteriosa região que envolve o buraco negro, chamada de horizonte de eventos – o limite para além do qual nada, nem mesmo a luz, pode escapar do gigantesco objeto. A sensação de alívio dos pesquisadores ao finalizar a última rodada de observações veio com um misto de antecipação: tantos dados vão levar um bom tempo para serem processados. A equipe deve esperar meses para descobrir se seu enorme esforço foi realmente um sucesso. A rede de observações Chegar a esse ponto levou anos de planejamento e cooperação entre parceiros internacionais em observatórios que se estendem desde a montanha mais alta do Havaí até o terreno congelado do Polo Sul. Esta rede ligada eletronicamente de oito observatórios criou um telescópio virtual tão largo quanto todo o planeta. Conhecido como o Telescópio do Horizonte de Eventos, a rede ...

Mercúrio é fotografado pela primeira vez a partir da sua órbita

A NASA já recebeu as primeiras fotografias tiradas pela sonda Messenger que está a orbitar Mercúrio. O planeta mais próximo do Sol nunca tinha sido fotografado a partir da sua órbita. A fotografia mostra o Sul de Mercúrio a preto e branco coberto de crateras. Um dos acidentes geográficos mais importantes que se pode ver é a enorme cratera Debussy, com os seus raios brancos formados a partir do material projetado durante a colisão do meteoro, que se prolongam por centenas de quilómetros. Do lado esquerdo desta cratera, a oeste da Debussy, está a cratera Matabei, menor e com raios escuros. Os cientistas pensam que estes raios são provenientes de material escuro, que estava em profundidade, e foi ejetado durante a colisão de outro meteoro. A parte inferior da fotografia mostra a superfície da região perto do Pólo Sul do planeta, que até agora não tinha sido registada por nenhuma sonda. Já existiam fotografias de Mercúrio tiradas a partir da Terra e durante as apro...

A NASA planeja recuperar os mares de Marte

A ideia é criar um campo magnético artificial que permita ao planeta recuperar suas antigas características! De acordo com a NASA, um dos projetos espaciais mais ambiciosos estudados pela USRA (sigla para Universities Space Research Association) consiste na criação de um “escudo magnético”, que facilitará bastante as missões terrestres em Marte. Esse programa, que terá início até 2050, prevê a instalação de um grande dipolo com um circuito elétrico fechado, localizado entre o Sol e Marte, em um ponto estável conhecido como Marte L1. Isso produziria um campo magnético artificial e protegeria o planeta vermelho das partículas solares de alta energia que afetam sua atmosfera. As simulações feitas até o momento indicam que essa proteção contribuirá também para que, em alguns anos, Marte recupere seus mares e alcance a metade da pressão atmosférica da Terra. Fonte: RT

Vídeo: fotos de Júpiter em movimento

A sonda Juno, da NASA, fez imagens incríveis de Júpiter em julho de 2016, divulgadas recentemente. Para nossa sorte, Sean Doran aproveitou essas imagens publicamente disponíveis e as costurou para criar um vídeo (ou animação) do sobrevoo da sonda pelo planeta. Gerald Eichstädt fez a coloração, e a música foi adicionada por Avi Solomon. A missão Lançada em 2010, Juno começou ano passado uma série que totalizará 12 órbitas em torno do maior planeta do sistema solar. O trajeto selecionado para esta missão é uma órbita polar larga, passada na maior parte bem longe de Júpiter. No entanto, uma vez a cada 53 dias, a sonda cruza mais próxima da superfície do planeta gasoso, registrando dados e tirando fotos por duas horas. Fazer o download dos seis megabytes de dados coletados durante este trânsito leva cerca de um dia e meio. Fonte: ThisIsColossal

As primeiras imagens da missão final da Cassini são incríveis – mas para o que estamos olhando?

Já era tarde da noite da última quarta-feira quando o pessoal do Deep Space Network recebeu um sinal da sonda Cassini enquanto ela emergia de sua primeira viagem na lacuna entre Saturno e seus anéis. Dos dados recebidos, vieram fotos do polo norte do planeta e o topo de nuvens a apenas três mil quilômetros de distância – nosso olhar mais perto da parte de cima da atmosfera de Saturno até o momento, onde a pressão é quase a mesma do nível do mar na Terra. Os pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA estavam boquiabertos com os detalhes, mas eu tinha uma questão: como seria realmente visitar a parte mais alta dos céus de Saturno? O que chamou a minha atenção de primeira nas novas imagens foram os pontos brilhantes cercando faixas finas em toda a superfície do planeta. Minha hipótese era de que eram potenciais cintilações de relâmpagos capturados pela Cassini, mas não. “Não capturamos nenhum relâmpago [na quarta à noite]”, me contou o professor da Caltech, Andy Ingersoll...